Gpli/ formação pedagógica
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Dúvidas sobre sexo para adolescentes

http://igirl.ig.com.br/

Classificação: este site é para adolescentes e para quem tem dúvidas sobre sexo. A linguagem é clara e objetiva, todos entendem. Confira. Sugestão da professora Sueli Mauricio/ Blog:http://sexualidadeafirmativa.zip.net



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Escrito por Angélica às 08h06
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Vários blogs

http://edublogues.blogspot.com/

Tem links para vários blogues, todos voltados para a educação. Tem blogues de escolas, de professores, de ciências, de crianças... Você encontra também textos interessantes sobre blogues na educação. Sugestão da Professora Lucia Maria do nosso curso da 2º ciclo.



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Escrito por Angélica às 11h24
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TV XUXA - Tá na Rede

http://tvxuxa.globo.com/Tvxuxa/0,25203,GUR0-4835,00.html

Classificação:

Site com dicas variadas de atividades para usar no laboratório de informática.



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Escrito por Angélica às 14h09
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Informática Didática

http://novaescola.abril.com.br/ed/154_ago02/html/erauma_aula.htm

"Explore os recursos do computador desafiando a classe a conhecer programas e a fazer pesquisas na internet."



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Escrito por Angélica às 13h40
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O mundo num clique





Consumidores, leitores, ouvintes. Sim, fazemos parte de uma revolução que tem tudo a ver com o dia-a-dia da escola e pode ser resumida em uma palavra: informação. Por séculos e séculos, só os mestres tinham acesso a ela. Era nas salas de aula que o professor transmitia o conhecimento. O acesso às novidades era restrito. Em 1865, Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos, foi assassinado durante a apresentação de uma peça de teatro em Washington. A notícia demorou treze dias para chegar à Europa. Hoje, qualquer acontecimento (por mais desimportante que seja) corre o mundo em segundos. E isso não vai parar. Cada vez mais gente vai ter mais acesso a mais informação.

Calcula-se que já existam 11 milhões de computadores instalados no Brasil (um para cada 16 habitantes). Pelo menos 14 milhões de pessoas estão conectadas à internet. Num clique, elas acessam sites de jornais e revistas do mundo todo, navegam pelas páginas virtuais de museus, bibliotecas, universidades, centros de pesquisa, bancos de dados. Trocam e-mails e participam de bate-papos on-line com internautas de outras cidades, de outros países, de outros continentes. "A aquisição da informação depende cada vez menos de nós. Nosso papel principal é ajudar o jovem a interpretar dados, a relacioná-los, a contextualizá-los. Temos de assumir o papel de facilitador", destaca José Manoel Moran. Inclusive na frente da tela de um micro. Há 10 anos, menos de 1% da população do planeta tinha acesso à rede. Hoje, essa taxa chega a 80% em alguns países. Pesquisa e produção de textos e imagens passam a ser feitos no próprio colégio (leia uma experiência bem-sucedida de uma escola de São Paulo que conduz os estudantes em grandes viagens de aprendizado na seção Navegar é preciso, na edição impressa).
A web permite ainda uma enorme integração entre as várias disciplinas. Pular de um site de Arte para um de História — e de lá para informações importantes para as aulas de Matemática e de Língua Portuguesa é extremamente simples. Na vida real, todos aprendem. E, juntos, ensinam. "Nessa nova perspectiva, professores e estudantes deixam de ser simples consumidores para se tornar produtores de cultura e de conhecimento. A escola vira pólo dessas conexões", analisa Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Aliás, essa mistura de papéis fica mais clara quando o educador resolve aperfeiçoar sua formação e faz um curso a distância. "Incorporar o ambiente eletrônico à nossa rotina não significa uma adesão incondicional, mas, ao contrário, pressupõe recebê-lo criticamente, conhecer suas vantagens e desvantagens, seus riscos e possibilidades. Só assim podemos transformá-lo em ferramenta e parceiro", completa Vani Kenski, da USP.

Um novo papel

Com ou sem o auxílio da tecnologia, o seu papel é, como já se disse no início deste texto, transformar toda essa informação em conhecimento. Só há um caminho para isso: pensar, refletir, elaborar conclusões. Em seguida, ensinar os alunos a fazer o mesmo percurso. Jornais, revistas, gibis e livros de ficção servem para interpretar textos e imagens. Viajar pelas páginas, sentir a emoção que o autor quis transmitir, descobrir novos universos. É isso que a leitura nos oferece. Mas, na maioria das vezes, as escolas privilegiam a linguagem dos textos didáticos e paradidáticos. Da mesma forma, muitos colegas esquecem que outdoors, obras de arte e fotografias (analógicas e digitais) precisam ser "lidas" corretamente para ser efetivamente compreendidas. Sem um olhar crítico, nada feito.

Computador, rádio, jornal, revista, televisão. Todas as mídias são excelentes ferramentas didáticas. Ensinar História do Brasil assistindo, em vídeo, ao filme Carlota Joaquina é atraente e eficiente. Desde que você não deixe de discutir que ali existe uma visão particular dos fatos, que pode exagerar determinados aspectos e suavizar outros, de acordo com os interesses que moveram produtores, diretores etc. Propor a elaboração de um boletim informativo ajuda a escrever melhor. Desenhar um logotipo para o grêmio estudantil estimula a criatividade — tanto faz se a turma pode fazer isso com softwares específicos ou se o trabalho é na base do papel e lápis mesmo, porque a escola não tem condições de comprar os equipamentos.

Estar antenado com o mundo, como a Dona Benta, não significa só ter um equipamento e saber operá-lo. A chave é tomar posse da tecnologia e usá-la ao nosso favor. É comum ver crianças e jovens orgulhosos porque são mais "espertos" que os adultos (professores incluídos) na hora de operar um controle remoto, um videogame ou o próprio computador. Será que isso é mesmo verdade? Quantos alunos conseguem, efetivamente, compreender o sentido e a utilidade das novas tecnologias para a construção do conhecimento. Na época da Revolução Industrial, no final do século 19, as máquinas eram consideradas mais importantes do que o homem. Agora, quando vivemos uma revolução tecnológica, as pessoas são o elemento mais valorizado. Ou seja, cabe às escolas ajudar a formar cidadãos aptos a usufruir e alimentar essa nova ordem mundial, gente capaz de criar máquinas ainda melhores, menores, mais ágeis e eficientes.
O filósofo francês Pierre Levy resume esse sentimento em seu livro A Inteligência Coletiva: "Eis os novos paus para toda obra da sociedade, os anônimos que produzem as condições de riqueza longe das luzes do espetáculo, aqueles cujo trabalho é, ao mesmo tempo, o mais duro e o mais necessário...". Chega da velha conversa de que quanto mais analfabetos melhor. Num mundo globalizado, nenhum país quer perder o bonde da história. E condenar a população à pobreza e à exclusão significa condenar a própria nação ao limbo do mercado.

"O professor precisa ocupar o espaço que está vazio nessa relação com a mídia", diz Bruno Pucci, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Metodista de Piracicaba, no interior de São Paulo. "Só vamos nos tornar mais atuantes e cidadãos quando soubermos analisar bem os canais de comunicação que criamos, quando soubermos analisar criticamente o mundo e as relações entre as pessoas e quando conseguirmos exigir nossos direitos", completa o professor José Manoel. Que tal começar esse exercício com a revista que você tem em mãos? Pense, reflita, elabore conclusões. Discuta esta reportagem com os colegas. Compare com outros textos que você já leu. E convide os alunos a entrar no debate. Aposto que suas aulas vão ficar mais interessantes e inteligentes — e eles também.

Escrito por Angélica às 12h29
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Estudioweb estrelas

http://www.edukbr.com.br/estudioweb/estrelas.asp

O EstúdioWeb seleciona sites que merecem um destaque especial. É só escolher a área de estudo de seu interesse e as atividades propostas para ela. As áreas são: Ciências | Ed. Artística | matemática | Integração Social | Educação Física | Língua Portuguesa. Confira as suas sugestões!



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Escrito por Angélica às 09h38
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